Quando existe a possibilidade dos trabalhadores entrarem em Greve, surge a pergunta: até que ponto o conjunto da categoria está disposto a aderir à Greve?
Porém, sabemos que a Greve é uma consequência de um movimento operário/sindical mais amplo. Este movimento é construído diariamente pelos trabalhadores e trabalhadoras.
Quanto mais forte for o Sindicato mais forte será a Greve.
Mas o que vemos é um Sindicato muito frágil, reduzido a uns poucos em sua Direção.
Falta uma política de comunicação para promover a participação democrática de todos os trabalhadores e trabalhadoras na construção do movimento sindical. Em parte, a ausência de comunicação se deve a uma Direção sindical despreparada e/ou astuta/traidora.
O desafio de construir o movimento operário/sindical sempre estará na ordem do dia, enquanto ainda existir a exploração e a opressão capitalista.
Trabalhadores e Trabalhadoras, uní-vos!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
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